Boletim alerta para que potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti sejam eliminados durante todo o ano

Em períodos de baixas temperaturas, como nos meses de inverno, a circulação de mosquitos é bastante reduzida. Mas, é preciso manter a atenção durante todo o ano para evitar a formação de potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre do chikungunya e do zika vírus. Os ovos podem permanecer até um ano e meio fixados nas paredes internas de recipientes secos, à espera das condições ideais para proliferação.

“Todos os recipientes que possam acumular água devem ser eliminados ou devem ser limpos semanalmente com água, escova e sabão”, reforça Eduardo Macário, diretor de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina.

O Boletim Epidemiológico nº 26 da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus, divulgado nesta quarta-feira, 10, aponta a confirmação de oito novos casos autóctones de dengue notificados em Santa Catarina entre os dias 23 de julho e 6 de agosto, sendo seis em Florianópolis, um em Xanxerê e um em Balneário Camboriú. Neste mesmo período, foram também confirmados quatro novos casos de Febre do Chikungunya, todos importados, dos quais dois foram notificados em Florianópolis, de pessoas vindas de Alagoas e da Bahia; um em Itapema, importado de Alagoas; e um em São José, importado do Rio de Janeiro.

Em relação aos casos de zika vírus, o boletim confirma quatros novos casos no Estado, sendo três importados e um ainda em Local Provável de Infecção (LPI), notificado em Itajaí. Dos importados, um foi notificado em Joinville, de pessoa vinda do Rio de Janeiro; dois em Florianópolis, de pessoas do Rio de Janeiro e de São Paulo.

>>> O Boletim Epidemiológico nº 26 completo de Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus está disponível neste link

Letícia Wilson / Patrícia Pozzo

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